Mercado Imobiliário: Guia Completo para Compra de Imóveis

Guia completo do mercado imobiliário

Quer comprar um imóvel em 2023? Este guia completo do mercado imobiliário tem tudo que você precisa saber! Sua jornada para encontrar o seu lar começa aqui!

Neste artigo, exploraremos em detalhes os principais aspectos e fatores a serem considerados ao comprar um imóvel, proporcionando um guia completo e atualizado sobre o mercado imobiliário em 2023.

Passo a Passo para Comprar um Imóvel

1. Planejamento Financeiro

Planejamento Financeiro
Planejamento Financeiro

Antes de começar a buscar o imóvel dos seus sonhos, é fundamental planejar suas finanças para garantir que você possa arcar com todos os custos envolvidos na compra e manutenção do imóvel. Levar em conta os custos com financiamento, impostos, taxas e manutenção, além do valor total do imóvel.

2. Pesquisa de Mercado

Pesquise sobre o mercado imobiliário local e entenda as tendências e variações de preços. Isso ajudará a identificar as melhores oportunidades e possíveis riscos associados à compra de um imóvel.

Mercado Imobiário | Pesquisa de Mercado
Mercado Imobiário | Pesquisa de Mercado

3. Contrato de Compra e Venda

Ao encontrar o imóvel ideal, é necessário elaborar um contrato de compra e venda. Os custos para realizar esse contrato podem variar de R$ 3 mil a R$ 100 mil, dependendo de fatores como o valor da transação, quantidade de partes envolvidas e situação de registro do imóvel.

4. Mercado Imobiliário | Segurança na Venda

Para garantir uma venda segura, é importante tomar precauções, como escolher uma imobiliária online confiável e reconhecida no mercado.

Entendendo o Mercado Imobiliário em 2023, Tendências e Previsões

Alguns fatores que influenciam o mercado incluem:

  • Crescimento do setor de construção civil
  • Aumento da oferta de imóveis
  • Variação na taxa de juros
  • Mudanças no perfil do consumidor
  • Financiamento Imobiliário

A escolha do financiamento imobiliário adequado é crucial para garantir o sucesso na compra do seu imóvel. Algumas opções disponíveis são:

  • Financiamento bancário
  • Consórcio imobiliário
  • Financiamento direto com a construtora

Compare as taxas de juros, prazos e condições oferecidas por diferentes instituições financeiras antes de decidir.

Mercado Imobiliário | Documentação Necessária

Ao comprar um imóvel, é fundamental verificar a documentação do vendedor, do imóvel e, se aplicável, da construtora. Alguns documentos importantes incluem:

  • RG e CPF do vendedor
  • Certidão de matrícula atualizada do imóvel
  • Comprovante de quitação de IPTU e condomínio
  • Certidões Negativas de Débitos

Além desses documentos, outros podem ser necessários no processo de compra de um imóvel:

Mercado Imobiliário | Matrícula do Imóvel Atualizada

A matrícula do imóvel é o documento que concentra todas as informações do imóvel, como proprietário, área total, área construída e localização. É fundamental garantir que a matrícula esteja atualizada no momento da compra.

Mercado Imobiliário | Escritura do Imóvel Atualizada

A escritura do imóvel é um documento que formaliza a transferência de propriedade entre o vendedor e o comprador. Certifique-se de que a escritura esteja atualizada e de acordo com a legislação vigente.

Registro Geral de Imóveis (RGI)

O RGI, também conhecido como Registro de Imóvel, é o órgão responsável pela oficialização da transferência de propriedade de um imóvel. Após a assinatura da escritura, é necessário registrar a transação no RGI para efetivar a transferência de propriedade.

Outros Documentos

Dependendo do caso, outros documentos podem ser necessários no processo de compra de um imóvel:

  • Certidão de casamento ou união estável do vendedor
  • Contrato social e CNPJ (no caso de empresas)
  • Documentação da construtora (se aplicável)
  • Comprovantes de renda do comprador

Conclusão sobre o Mercado Imobiliário em 2023

A compra de um imóvel é um processo complexo que envolve diversas etapas e a apresentação de uma série de documentos. 

Certificar-se de que todos os documentos estão em ordem e atualizados é fundamental para garantir uma transação segura e dentro da legalidade. 

O acompanhamento das tendências e condições do mercado imobiliário é crucial para tomar decisões informadas e encontrar o imóvel ideal.

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Tudo o que você precisa saber sobre Financiamento Imobiliário

  1. Sistema Financeiro de Habitação: Financiamento regulamentado pelo governo federal que atua em imóveis de até R$1,5 milhões, essa condição só se aplica à pessoa física e  sofre ajuste de juros de 12% a.a. Nesse tipo de financiamento o banco libera o valor equivalente a 80% do imóvel desejado e as parcelas não podem ultrapassar 30% da renda mensal de quem está solicitando o crédito. Para mais informações, busque contato com o seu  gerente do banco.
  2. Sistema Financeiro Imobiliário: Essa linha de crédito pode ser solicitada tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, e quem define as condições é o próprio agente financeiro. Essa modalidade não impõe teto de preço do bem (como no caso de um ISH), não tem compromisso com renda e não tem limite de juros. O crédito pode alcançar 80 ou 90% do valor do imóvel.
  3. Minha casa, minha vida: MCMV começou a ser aplicada em 2009 e tem como objetivo facilitar o direito à moradia para a população com renda de até R$8mil. Está modalidade possui diversas ramificações e mais informações podem ser encontrar no site do governo federal (Conheça o programa Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades (www.gov.br)
  4. Financiamento direto com a Construtora: Este tipo de financiamento é o menos burocracia, porém, por não existir regulamento muitas vezes as condições tornam essa condição menos atrativas. Ainda sim, essa é a opção praticada quando falamos de um imóveis na planta, nesse caso é preciso financiar com a construtora até a hora da entrega das chaves, que passa a ser decisão do cliente como segurá com o financiamento. 

 

Para conseguir um financiamento imobiliário é preciso ter 18 anos ou mais, comprovar renda suficiente para pagamento do imóvel e estar com o CPF válido. É importante checar se o CPF não está vinculado a órgãos de proteção de crédito, como  o Serasa, tudo é levado em conta quando alguém pede financiamento: conta de luz, de internet e de gás. Tudo é analisado para considerar a pessoa boa pagadora. 

  1. Taxa nominal: Esses são juros previamente acordados, sinalizados em todos os momentos da transação. Não haverá ajuste ao longo dos meses, mas pode haver alterações de ano para ano.

  2. Taxa real: Esta é a taxa de juros corrigida conforme a inflação do país.
  3. Taxa efetiva:  Real taxa de juros levando em conta a capitalização do bem em determinado período de tempo.

Segundo a tabela Price o valor máximo que pode ser financiado é de 80% a 90% do valor total do imovel. Porém essa porcentagem pode variar dependendo de algumas questões: da instituição financeira que irá realizar o financiamento, da sua qualidade como pagador.

Em caso de imóveis prontos depende de quanto o banco avalia o bem e quando você está pagando por ele. Em caso do banco avaliar o bem por mais caro do que você está comprando há uma possibilidade do banco financiar 100% do valor do imóvel e na situação oposta, você, como comprador, precisa integrar o valor que o banco não financiar. 

Dependendo da modalidade de financiamento que for aplicada, há um limite de no máximo 30% da renda que pode ser destinado a financiamento (SFH). Porém se o imóvel tiver um valor superior a R$1.5 milhões não há compromisso com porcentagem de renda (SFI).

Tudo depende de quantos anos você tem. Porém a idade máxima que você pode ter ao final do financiamento é de 80 anos e 6 meses.
Ou seja:

Se você tem 70 anos, você tem 10 anos e 6 meses para quitar o financiamento.
Se você tem 60 anos, você tem 20 anos e 6 meses para quitar o financiamento.

Acontece que se você quiser utilizar o limite máximo que são 420 meses, o financiamento só pode ser solicitado se o comprador tiver no máximo 45 anos e 6 meses.

É possível refinanciar um imóvel caso o mesmo tenha todas as documentações em ordem e que seja colocado como garantia do pagamento. Em um cenário de não cumprimento do pagamento o bem pode ser retirado da pessoa para restituição da dívida.

Caso você atrase o pagamento do meu financiamento existem alguns cenários possíveis, entre eles:

  1. Pagamento de multa com acréscimo de juros;
  2. Suas informações podem ser cadastradas em órgão de cobrança SERASA;
  3. A instituição financeira pode abrir um processo contra o devedor solicitando o pagamento da dívida.
  4. Caso a situação não seja resolvida, o banco pode colocar o imóvel em leilão.

Use o FGTS como facilitador para comprar seu Apê

O FGTS pode ser usado apenas em imóveis SFH:

  1. Podemos usar o valor para quitar um imovel financiado através da modalidade SFH, ou seja, quitar imovel que custam menos de R$1.5 milhões;
  2. Podemos usar o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento SFH;
  3. Usar o saldo do FGTS como entrada do financiamento do valor da compra ou construção do imóvel residencial.

Para usar o FGTS alguns critérios precisam ser levado em conta:

  1. Ter a somatório de três anos de contribuição;
  2. Não pode ter outro crédito ativo no Sistema Financeiro de Habitação;
  3. Não ter outro imovel construído ou em construção em área urbana;
  4. O imóvel tem que ser em área urbana;
  5. O bem precisa ter fim residencial.

Então sim, é possível usar o FGTS para liquidar ou amortizar o financiamento.

É possível usar o FGTS para pagar parte do valor das prestações. 

O que você precisa saber sobre o programa Minha Casa Minha Vida?

O programa Minha casa, Minha vida é uma iniciativa do governo federal, criado em 2009 e tem o objetivo de subsidiar e facilitar a compra de imóveis residenciais para famílias de baixa renda. Neste programa existem algumas categorias, classificadas por renda familiar e cada categoria tem um valor de incentivo. Saiba mais no site Conheça o programa Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades (www.gov.br)

O Programa atende famílias com renda mensal de até R$ 8.000,00 em áreas urbanas e renda anual de até R$ 96.000,00 em áreas rurais. 

Dentro do programa, existem diferentes faixas, separadas por renda, que interferem no valor do subsídio recebido pelo governo. Saiba mais através do site Conheça o programa Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades (www.gov.br)

Para participar do programa é preciso se cadastrar na prefeitura da sua cidade e aguardar o sorteio. Em seguida, alguém entrará em contato para que você possa escolher sua nova casa dentre os imóveis disponíveis. Saiba mais através do site Conheça o programa Minha Casa, Minha Vida — Ministério das Cidades (www.gov.br)

 
 

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